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Andando à pé /
© Kim Mällberg 1993 e 2002 / http://www.antis.se/quim_8.html

 

Máscara de xingação, museu criminal, Rothenburg ob der Tauber.

 

   

 

Andando à pé (prosseguimento).
(© Kim Mällberg 1984, 1993 e 2002)

 

 

Detwang (Campingplatz Tauberidyll / acampamento).

Quinta-feira 30/8 1984

Logo de manhão comecei carimbando com o carimbo "Em volta do mundo" nos postais. Debaixo da tenda é trabalhoso.

Postal de museu criminal, nosso postal número 10.

Postal de museu criminal,
nosso postal número 10.

É um pouco apertado pra se trabalhar. Apesar de que é uma tenda grande e boa. Já que eu estava ocupando a mesa, meu pai não podia escrever à maqina como êle costuma pelas manhãs. Ao invés disso êle saiu para dar uma volta e procurar um caminho para seguirmos com as carroças. Êle acha que achou um bom caminho diante de Rothenburg assim evitamos as dadeiras que dão para a cidade com tôda nossa bagagem. Veremos dentro de alguns dias.

 

Eu tenho sido ágil e escrito os postais para os assinantes durante todo o dia. É divertido ver os outros no acampamento. Geralmente nâo fazem nada especial; sentam, conversam, jogam cartas ou outra coisa para passar o tempo. Eu tenho sempre algo decidido, que chamo trabalho, para fazer. No postal numero 10 escrevo um pouco mais. Leva tempo, mas o resultado é melhor. Ainda assim naturalmente nâo ponho tudo que desejaria escrever. Meus pais foram à Rothenburg diversas vêzes. Meu pai visitou o museu criminal e pediu dinheiro da Suécia através nosso banco. Nós econoisamos bastante dinheiro morando aqui no acampamento, comparando-se com quando moramos em hotel ou pensâo como o fizemos demais nessa caminhada.

Detwang (Campingplatz Tauberidyll / acampamento).

Sexta-feira 31/8 1984

O trabalho com os postais seguem. Enquanto eu trabalho com isso meus pais estão passeando por Rothenburg.

   

 Câmara Municipal.

Câmara Municipal.

 

Meu pai acho algumas coisas interessantes na velha igreja que lhe deu motivo para, quando êle escreva o livro, juntar ao que êle já escreveu anteriormente sôbre os cátoros (os "puros" de Montségur, sul da França / o seculo treze). É possivel que seja intressante quando êle escrever. Veremos! Justamente agora eu acho os objetos medievais do museu criminal de muito maior interêsse. Espero ter tempo de voltar lá amanhã.

Detwang (Campingplatz Tauberidyll / acampamento).

Sábado 1/9 1984

Os postais foram enviados. Depois corri para o museu criminal. Mais uma vez fui através das exposiôes e olhei os

instrumentos de tortura, machados e espadas dos carrascos, documentos históricos, livros velhos, história judicial etc. Com certa admiração eu olhava máscaras, letreiros e outros

Gola espanhol para bêbados, noitados, etc.

Gola espanhol para bêbados, noitados, etc.

acessórios que pequenos criminosos carregavam públicamente para lembrar que êles tinham feito algo errado; pecado, falado mal das outras, feito pães pequenos demais ou sido músicos ruins. Qual era o grau de tolerância nos tempos medievais? Isso foi também ilustrado no nosso postal número 10 onde se via essa "loucura divertida" junto com a "megera" acorrentado ao lado do poste de castigo onde o "preguiçoso" estava preso. Isso em alguma esquina de Rothenburg ob der Tauber. Um postal engraçado que se podia ver o original em aquarela no museu.

Depois do museo sai paela cidade em busca de coisas interessantes, mas o que mais vi toram turistas e me aborreceu que se cobrasse entrada quando a gente queria olhar dentro das igrejas. Essa é verdadeiramente uma cidade de turismo. O museu estadual não era talvez tão excitante, apenas das diversas antiquidades. Os velhos letreiros comerciais eram contudo bonitos.

Turistas na rua em Rothenburg ob der Tauber.

Turistas na rua em Rothenburg ob der Tauber.

Quando eu voltei para o acampamento de detwang meu pai estava dormindo na tenda. Minha mãe estava sentada numa cadeira do lado de fora escrevendo cartas. Meu pai estava com dor de garganta e opina para ficarmos aqui amanhã também. Veremos!

Detwang (Campingplatz Tauberidyll / acampamento).

Domingo 2/9 1984

6.55 horas da manhã.

Decidimos ficar em Detwang um dia mais. Eu panso sair e dar uma volta matinal. Levarei um caderno de anotaçôes para anotar todas os acontecimentos. Justamente agora estou sentado no privada escrevendo no caderno. Aqui é limpo e bonito sem risco pelas paredes. Os visitantes do acampamento começam a acordar. Há uma hora atrás fui o primeiro a duchar. Saio do privada. Está nublado. Em Detwang é calmo e tranquilo. Eu vejo a igreja do século dos decênios dos anos 1000 que tanto interessa à meu pai. Os pássaros cantam. A igreja se chama "Igreja de S. Pedro e S. Paulo".

7.00 horas da manhã.

O sino da igreja bate 4 e 7 batidas. Sigo para a aldeia. A neblina parece desfazer-se. Há uma pequena estação de bombeiros, "Feuerwehrgerätehaus". Atravesso por uma velha ponte o Rio Tauber. Um caminho de cascalhos. Salgueiros desgalhados. Raro aqui! A manhã ainda está nebuloso sôbre os campos e a grama com orvalho. Um cartaz num curral proclamar que é dia internacional da "grande aviação" é no dia 2 de setembro às 14 horas. Talvez seja válido assistir. Sigo adiante. Do outro lado do rio. Do alto do môrro eu vejo Rothenburg. Prosseguir à os campos à direita e mais prá cima, um caminho que leva aos môrros mais altos. Os sapatos ficam molhados de orvalho. Tapete de trevo. Saio por uma rua asfaltada. Subindo adiante. Detwang fica no vale baixo. Nenhum carrao! Só pássaros que cantam no bosque ao lado do caminho. O sol surge amarelo-dourado atrás de uma nuvem. Eu sigo com o sol e Rothemburg às minhas costas.

 

"TBB-VN 20", um carro passando. O Caminho segue para o bosque; faia, ácer, freixo e outros arvores de folhas. Do lado equerdo do caminho se vê uma pequena pedreira. Abandonado! Um melro atropelado num acostamento. As plantas esão adornadas com pedras de cal. Á esquerda um caminho com um letreiro indicador "Schotterwerk Soldner". Mas eu sigo direto. O bosque rarea. Pé de carvalhos. Carvalhos novos. Os sinos das egrejas ressoam atrás de mim. Domingo. Cheio de arbustos arbrunhos. Uma pedra de quilomitragem, 1,5 km. Um pequeno caminho à esquerda com um aviso de trabalho com explosivo. Eu sigo adiante direto. Um camp de trigo ceifado e um de milho intacto pela raiz. Atrás de mim tenho uma bela paisagem do vale e do Tothenburg ob der Tauber. Daqui a pouco sego paro o cume do morro e não vejo mais o vale. Cheira à feno e aveia recém-colheitas. Alameda de pereiras! Mais um caminho para a esquerda, "Dürrenhof".

Ramagem de carvalho.

Ramagem de carvalho.

Aqui voltar para um caminho de cascalho com alamedas de pés de maçãs. Planalto e campo da agricultura.. Agora vejo a razão do cal branco pelo caminho. Um areal, montanha de cal no canto do bosque. Cheira como em casa no campo Escanês no outono. Um grande velho velho sitio rural. O caminho se divide. Eu escolho o caminho à direita. Do curral se ouve os porcos grunhir e gritar. Um pé de tilia de cem anos de idade bem na encruzilhada do caminho. Algumas pedras de tumba estão jogadas no berma do caminho. São dos anos 50. Talvez voltem a ser usadas de alguma forma. O sitio parece estar bem tratado. Uma mulher colhe feijão verde. Ainda segue a paz matinal. Um muro velho maciçio de pedra cerca o sitio. As vacas mugem. Mais uma pedreira velha. Arraigando-se profundo no terreno. Ao fundo um caminho asfaltado. E a poeira lá em baixo da pedreira. Gralhas. Que barulho! Eu continus pelo caminho de cascalhos, que é gostoso bara caminhar. Mesmo que com as carroças seja trabalhoso. Eu ando, pouco mais rápido agora. Meus sapatos secam, apesar do sol ainda estar coberto pela nuvem. Assim mesmo o sol aparece alguns momentos. Um caminho asfaltado. Placas de sinalização. Eu vou pelas estrada grande lado oeste para Hemmendorf, 1 quilômetro. Eu começo a sentir calor. Chero forte de estrume. Um grande jardim de frutos, com maceieras escoradas. Uma plac advertindo:"Widtollwut! Gefährdeter Bezirk", cuidado com raiva (hidrofobia) nos animis selvagens por essa área é perigosa.

 

Widtollwut! Gefährdeter Bezirk

"Widtollwut! Gefährdeter Bezirk", raiva (hidrofobia).

  

No Hemmendorf. Que tranquilidade! Pés de nozes, nogueiras. Pombos nas ruas. Uma mulher com um chale estampado rega seu jardim. Num grande curral se tira o leite das vacas com máquinas enquanto eles mastigam feno. Um trator carregado de feno vira em direão à uma fazenda. Uma caixa postal amarela numa parede. Se esvazia às segundas-ferias às 10 horas. Algumas casas na aldeia são velhas outras novas ou renovadas. Eu caminho prá fora da aldeia. Lá longe pelo sol nublado ainda vislumbro Rothenburg. Um cachorro ladra, prêso à uma parêde de pedra. Uma mulher com um pulôver verde sai e silencia o cachorro.

 

8.30 horas.

A próxima localidade. Uma igreja. Máquinas agricolas rugem. Nenhum carro comum. O sino da egreja da 2 batidas. Sigo caminhando. Rothenburg desaparece ao horisonte. Só algumas tôrres aparecendo. Eu entro na Leuzenbronn. Aqui tambem se adverte contra animais raivosos. Amoras, em parte maduras, trepar numa cêrca. Um gato preto com patas brancas, se arrasta e depois sai corrento pelo caminho. Duas rereiras encostadas na parede de um curral. No cemitério vai uma mulher com sua filha, vestida de camisola e às voltas regando as flôres das tumbas.

 

A igreja com certeza interessaria ao meu pai. No lado sul tem uma janela pequena na parede da egreja. Ao norte na parede externa há uma pedra de tumba com um escudo de armas, chaves ou bandeiras no brasão. Debaixo se vê algo que parece um simbolo de um penis. Me sento em um banco ao sol. O sol esquenta. Eu copio uma cara de pedra implantada numa parede e na janela. Agora é hora de ir para casa, para a barraca.

 

Na estada outra vez. O Tráfico começa a se vover. Incomodando a tranquilidade. Monte de roupas no varal. Leiteiras enormes de inox sâo colocadas no canto da estrada. Uma pequena casa de bombeiros de pedra. Eu olho para dentro e vejo das carros de bomeiros com instrumentos de encêndio, mangueiras e capacetes. Finalmente posso andar direto contra o sol. Brundorf um quilômetro. Beterrabas de açúcar. Tiro o casaco. Calor. Um avião de hélice no firmanento. Mais carros na estrada. Sinos badalam o domingo na igreja atrás de mim. O avião, voa pelo céu de vez em quando. 9 toneladas é o peso máximo permitido nessa estrada. Um "Pollenschnitte", bolinha de frutas e hóstia natural sem açúcar com 15% de pólen, mel, abricó natural, pêra, pêssegus, passas, amêndoas e avelãs são minha comida comida de viagem. A fome desaparece. Tem realmente um conteúdo rico e satesfatório essas guloseimas naturais.

 

Uma alameda com nova plantação de nogueiras. Aos pucos alcanço Rothenburg ob der Tauber outra vez, depois do vale saio num estreito alalho asfaltado que sobe para a cidade. Hera em um pé de castanha. Eu caminho e chego na frente de uma das entradas da cidade. Uma marca-canteiro de pedra em uma grande pedreira no muro. Pode ser a marca-

A marca de pedra na porta da cidade.

A marca de pedra na porta da cidade.

Tesouro. Ou só rabiscos. De qualquer maneira velho! Nós vimos simbolos iguais na França e na Espanha. Algumas abóbadas de pedra e portas par a cidade.



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Máscara de xingação, museu criminal, Rothenburg ob der Tauber.

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