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Colecionar macacos / Famoso trio de macacos /
Postal ilustrado / Sêlos /
© Kim Mällberg 1993 e 2002 /
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 Trio de chimpanzés.

Trio de chimpanzés.

 

Famoso trio de macacos. (© Kim Mällberg 1993 e 2002)

 

Já na nossa estadia no Brasil comecei a procurar literatura sôbre macacos. Na revista Manchete escreveram um artigo interessante em maio de 1975. Na estante de Aina Cederblom encontrei "Brehms Tierleben", número 13, a metade do livro estava cheio de macacos de diversas espécies.

Macaco agarrado no galho.

Eu comecei fotografando as ilustrações dos macacos e consegui desta forma uma pequena coleão com retratos de macacos. Eu queria aprender todo sôbre macacos. Até seus nomes latinos. A sêde de conhecimentos se tornou em mania pura.

 

Minha biblioteca de macacos contém agora dezenas de livros comprados na América do Sul e na Suécia. A mania de macacos passou um pouco. Agora eu vendo a maioria dos meus livros sôbre macacos e os livros que têm capas com macacos. Igualmente minha coleçâo de postais com macacos. Joguei fora grande parte dos postais engraçados. Os com chimpanzés que estão vestido com roupas de gente.


Násico mora na Borneo, Ásia.

O macho Násico (Nasalis larvatus)
tem nariz comprido e a fêmea nariz chato.
Násico mora na Borneo, Ásia.


 

Estou mais interessado em postais com macacos em seu natural. Mesmo joganda fora ainda tengo seis álbums com postais e sêlos. Quase tôda minha coleção de macacos de adorno eu vendi. Foi bastante divertido colecionar algo sem nenhuma exigência. Eu colecionava tudo com macacos, precisamente todo que eu já não tivesse. Dessa forma eu tinha uma coleção agradável e informativa. Prove colecionar algo dessa maneira! A gente aprende muito enquanto a gente o faz.

Gorila com descoberta.

 

Quando eu falo sôbre colecionar macacos não posso naturalmente deixar de falar sôbre os três famosos macacos, onde um tapa os olhos com as mãos, outro tapa a bôca e o último tapa os olhos. São oriundos do Japão onde os "três macacos sábias" representam o dia do macaco no antigo calendário japonês. Isto eu li sob um desenho interessante na Revista Geografia Nacional (National Geographic de agosto de 1940). Era uma foto de tres macacos em uma pose juntos com a rúbrica: "Nâo vejo maldade, Não falo maldade, Não escuto maldade", êles explicavam ademais como um fotógrafo com a paciência de Jó conseguiu fazer três chimpanzés no zoológico de São Luis imitarem os famosos macacos de adorno. Êsse trio conhecido no mundo inteiro existe em incontável quantidade como adôrno, postais e em desenhos nas antigas etiquetas de fósforos. Passava bem nas etiquetas suecas que normalmente usava a três como motivo, onde as três estrêlas eram o mais conhecido. Existem variantes nêste tema também.


Trio de macacos.

Os nomes do trio de macacos são
Mazaru: Não falo maldade,
Mizaru: Nâo vejo maldade
e Mikazaru: Não escuto maldade.

  

Por exemplo numa propaganda de fita-cassete. A propaganda se chama "não escutar maldade, George Ardie". Aqui o macaco que tapa os ouvidos se substitui por um macaco com "head-fone" para ouvir cassetes. Eu também tenho uma estátua de madeira de um macaco "não escuta maldade" que ao invés de cobrir os ouvidos, os segura bem para escutar melhor. O macaco que "não vê maldade" tamém não tapa os olhos, senão que põe as mãos em volta dos olhos como binóculos. O macaco que "não fala maldades" não tapa a boca mas bem o nariz. O que se supõe de tudo isso? Há alguns anos ganhei como presente de natal dos meus meninos, uma caneca de porcalana, onde um quarto macaco ao invés de tudo está segurando o piruzinho e parece excitado com olhos arregalados, ouvidos e boca abertos.

 

Postal ilustrado

 

Quando eu dou uma revisão nos meus postais de macacos, é fácil imaginar em que mundo vivemos. São poucos os postais que ilustram macacos no seu natural. O que domina são retratos principalmente de chimpanzes nas mais diversas roupas estranhas em stuações não naturais. Divertido? Claro! Mas na realidade trágico para os macacos e nós mesmos. Um sinal de que o ser humano explora erradamente nosso mundo, ao invés de mostrar que tambem nós os humanos fazemos parte da natureza nâo ao contrário. A natureza não è nossa. Nós pertencemos à ela, somos parte dela. Os povos naturais, os indios e os aborigenes ensinam. Êles entendem a importância de não se destruir os bosques, a vegetação e a terra. Se fizermos isso destruimos nosso própria possibilidade de seguir vivendo nèsse planeta.

 

Se você quizer ler um livro sensato sobre os chimpanzés, então prove um dos de Jane Van Lawick Goodal: "In the Shadow of Man" (à sombra do homem), Londres 1971.

 

 Jane Goodall de hoje.

Jane Goodall de hoje.

"Cada indivíduo importar

Cada indivíduo representar um papel

Cada indivíduo faz uma diferença"

 

No Aquário Skans (Skansenakvariet) em Estocolmo Jonas apresentou fotografias de macacos, lemurideos e outros animais.

  

Especialmente fotografias com saguis-anões são espetaculares, com muito respeito aos animais. Christina Ollén escreveu o livro: "A arca do Jonas - ou a lenda sôbre Jonas no Aquário Skans e todos seus fantásticos animais!", distribuidora de livros "Bra Böcker" (Bons livros), Höganäs, Suécia 1987. Um livro que vale. Muitos parques de animais hoje fazem bastante pela vida dos animais que restam. Antes êsses parques eram uma das causas pelas quais os animais diminuiam e desapareciam. Devemos esperar que a matança na natureza diminua mais e mais e que o homem aprenda a ver a consequência dos seus atos. Estamos no final agora, onde a humanidade cresce cada vez mais. No Aquario Skans tem lindas fotografias de animais nos tamanhos normais de postais, alguns até na forma A4 (de 33 x 22 cm, dimensões exigadas para correspondència oficial en Suécia) e outros como cartazes.

 

Entre todos os postais se encontram alguns enormemente valorosos para os deltiólogos, colecionadores de postais. O postal de Lawson Wood é muito apreciado. Quem não ouviu falar nas suas capas e ilustrações para as revistas semanais. Na Suécia tinha nas capas da revista Allers. Lawsom Wood pintou um monte de desenhos divertidos de macacos em todas situações humanas possiveis e muitos dessas pinturas sairam como postal.



Você é um mendiguinho bonitinho

"Você é um mendiguinho bonitinho"
de Lawson Wood 1924, editado por Valentine e Filhos.
Os postais dêle se vendiam até na Suécia..

  

Tambèm tem os macacos dos filmes e teatros como postais. Bom exemplo são os filmes do Tarzan com John Weissmuller e a chimpanzé Chita e Ronald Reagan com Bonzo. Os postais de King-Kong com ilustações dos filmes e em situaçôes totalmente novas, popular se enviar de Nova York.

 

Sid Chaplin com chimpan

Sid Chaplin com chimpanzé.

 

Outros claramente valorosos são os postais com pessoas e macacos juntos. Pode ser tocador de realejo, mendigos e mágicos de todo tipo com um ou mais macacos coaboradores. Macacos de circo são outra possibilidade, que eu infelizmente não consegui adquirir nos postais velhos.

 

Macaco Prego

Macaco-Prego, postal de Guernsey selado de primeiro dia de circulação 1989. Este primata, "Cebus" existem em toda America Latina. Macaco-Prego também se chama Mico, Caiarara, Saiarara, Mico-de-Topete, Saitauá, etc. Vivem em bandos de trinta a quarenta macacos (às vêzes mais de cem).

 

 

   

Sêlos.

 

Colecionar sêlos com ilustação de macacos é uma ocupação de rapido olhada. Apesar da continua corrente de disputa de diversas ilustrações de sêlos dos correios de todo o mundo, a quantidade de sêlos com macacos é relativamente limitado.

Entre as existentes, os sêlos que mostram espécies de macacos selvagens são as mais interesantes no pais editor dos sêlos. Depois tem os sêlos de oferta que frequentemente se baseia nos jardins zoológicos nos paises que não têm macacos na sua fauna.

 

Sêlos do jardins zoológicos.

Sêlos do jardins zoológicos. Envelopes de Checoslováquia.

 

  

E em última escala estão as ofertas proibidas para colecionadores sérios, como as com selos dos "paises dos cheiques" em cujos nomes se pruduziram quantidades de "sêlos-etiquetas" entre 1960 e 1980.

 

E umaquestão de temperamento como a pessoa deseja expor sua coleção. Eu mesmo não me esforço em fazer uma exposição da coleção com ilustração de macacos de acôrdo estrito com as normas filatelista. Eu coleciono até as ofertas menos sérias, já que, como já disse, o total de sêlos com macacos não tão grande. Depois os s~elos são só uma parte da minha coleção total sôbre macacos, junto aos artigos de jornais, fotografias, etc.

 

O primeiro sêlo que mostra um macaco, vem do Borneo do Norte. Êste sêlo gravado mostra um orangotango inteiro e os sêlos que se lançaram em diferentes edições têm o meio impresso em preto e as molduras de outra côr. No ano 1899 a marca saiu com as bordas em marron-amarelado com a impresso "LABUAN" que é uma ilha na costa nordeste do Borneo que tinha seu próprio sêlo 1879-1907. Sem impresso e com a moldura verde o Borneo do Norte lançou um sêlo pela primeira vez no ano 1899 ou 1900 os catálogos de sêlos internacionais não estão de acôrdo quanto ao ano de lançamento. Mas estão de acôrdo que o ano 1900 foi quando o Borneo do Norte lançou seu segundo sêlo com moldura côr de carmin.

 

Antes de 1950, que foi o decénio que os selos de ilustrações puras realmente ficaram famosas no mundo, são poucos os sêlos de macacos que foram lançados. Entre os primeiros paises ilustradores, vem Liberia 1906 com seu primeiro sêlo de macaco (chimpanzé) em uma serie de animais selvagens. Antes existia contudo já em 1892 e 1896 lançamento de sêlos com animais selvagens, mas somente os grandes: elefante e hipopótamo. Só agora em 1939 sairam os macacos (chimpanzés) em uma serie de selos lançados com acréscimode valor em beneficio ao Zoológico de Leopoldville. Liberia lançou um novo sêlo com macacos 1942 (macaco Diana).

 

Macaco como "animal nacional" e uma excepção, especialmente nos sêlos. Gibraltar com seus famosos macacos da Barbaria, "Rock Apes" lançou em 1960 uma serie com diversas ilustrações. no valor de 1 shilling mostrando êsses macacos de Gibraltar. O macaco como simbolo no calendáreo chinês existe nos sêlos de Hong Kong e China.

   

Através do livro-susesso de Dian Fossey "Gorilas na neblina", cuja edição americana saiu 1983 e das atuações e filmes documentários sucessivos sôbre ela e êsses vegetarianos mansos na África central, se tornaram êsses gorilas famosos para uma maioria. O Primeiro artigo de Fossey sôbre os gorilas foi publicado na revista Geografia Nacional (National Geographic) em janeiro de 1970. Isto foi três anos depois que em 1967 ela terminou suas pesquisas no alto da montanha de Virunga que se localiza entre Rwanda, Zaire e Uganda.

 

Em setembro de 1970 Rwanda lançou uma serie inteira (de oito selos) com diferentes desenhos desses gorillas. É uma das raras serie inteira de sêlos que são totalmente de macacos. Senão o comum é encontrar om ou dois sêlos com macacos entre as maiores séries com outras ilustações. Em 1983, no mesmo ano que o livro mencionado foi editado, Rwanda lançou uma nova serie de oito sêlos só com ilustações dos gorilas montanhosos.

 

Em geral foi só o Borneo do Norte que deo ao orangotango u lugar destacado entre os sêlos de animais. Além do primeiro em 1899-1900 durante sua existência como pais dos sêlos (o pais mudou o nome para Sabah e se incluio na Federação da Malásia em 1963) lançou mais três sêlos (sem se contar os impressos amais) com êsse macaco: 1931, 1939 e 1961, todos como retratos só com a cabeça visivel. Sôbre isso se pode dizer também que na serie de 1939 do Borneo do Norte se enclui também um sêlo que copia um násica de meio corpo.

 

Numa coleção de sêlos de macacos se pode se deseja aumentar com o grupo de animais lêmures principalmente do Madagaskar que age como um macaco no sistema ecológico.



Copyright (c) 2002 by Kim Mällberg.




   

 

 

 

 

 

 



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